A matéria salienta que, apesar das tentativas do Ocidente de restringir a exportação de caças russos, cada vez mais países, incluindo a Indonésia, têm conseguido proteger suas economias com sucesso das sanções, ampliando assim o círculo de potenciais compradores.
"Em fevereiro de 2025, a Rússia iniciou [...] as entregas do Su-35 à Argélia, que se estima ter adquirido 18 caças no âmbito de um acordo avaliado em aproximadamente US$ 1,5 bilhão [R$ 7,8 bilhões]", exemplifica a matéria.
Segundo a publicação, a Etiópia e o Irã são candidatos prováveis para aquisições adicionais do Su-35, enquanto a Argélia deve priorizar o Su-57 e possíveis atualizações de sua frota de Su-30MKA.
Além disso, é apontado que um grande avanço potencial para a indústria de caças da Rússia pode surgir de um acordo de exportação do Su-57 para a Índia, que está em fase avançada e envolve a produção licenciada de pelo menos 140 aeronaves.
Nesse contexto, o artigo destaca que o Ministério da Defesa da Índia estaria explorando o desenvolvimento conjunto de uma variante altamente personalizada do Su-57, adaptada às suas necessidades específicas.
"O Su-57 despertou o interesse de um número significativo de clientes potenciais, sendo o Vietnã, o Cazaquistão e a Coreia do Norte os compradores mais prováveis", acrescenta a revista.
Dessa forma, a publicação conclui que os parceiros de Moscou demonstram interesse nos modelos mais recentes de alta tecnologia dos caças russos, que estão em sintonia com as tendências atuais do mercado global.
Anteriormente, a Military Watch informou que o caça russo Su-57 diferencia-se dos demais aviões de quinta geração por já ter sido empregado em combate no decorrer da operação militar especial na Ucrânia.
Segundo o artigo, os caças de quinta geração Su-57 apresentam avançadas atualizações de aviônicos, especificando que o caça russo amplia suas capacidades de missão, com forte foco na integração aprimorada de armas e flexibilidade operacional.