De acordo com especialistas, os ninhos são especialmente propícios para o acúmulo de plástico, que fica depositado nas depressões em que as tartarugas enterram os ovos anualmente. O resultado dessa combinação é a formação de rochas plásticas, que são consequência da combinação de resíduos plásticos e sedimentos naturais. Como o acúmulo de plástico nos ninhos afeta o desenvolvimento e a sobrevivência da tartaruga-verde? Que medidas de fiscalização e conservação estão sendo adotadas para conter a poluição na ilha da Trindade? Para comentar o tema, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa convidam Fernanda Avelar Santos, doutora em geologia ambiental e atualmente pesquisadora da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp); e João Carlos Alciati Thomé, coordenador do Centro TAMAR do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.