Operação militar especial russa

Chave para resolver conflito na Ucrânia está em Washington, opina ex-chanceler libanês

Os Estados Unidos estão usando a União Europeia (UE) como um cavalo de Troia na crise ucraniana para enfraquecer a Rússia e obter benefícios econômicos em solo ucraniano, em vez de buscar o fim do conflito, opinou à Sputnik Adnan Mansur, ex-chanceler libanês.
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Segundo Mansur, esse plano foi acordado com o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, e o prolongamento das hostilidades na Ucrânia por parte da UE, sob pressão e controle dos EUA, continua.

"Na prática, no entanto, está acontecendo exatamente o contrário do que foi planejado. As tropas russas estão avançando em várias regiões, o que pode levar ao fim do conflito na Ucrânia por meio de um acordo que garanta a segurança nacional e os interesses da Rússia, além de impedir que a Ucrânia seja usada como plataforma para ataques contra o país", ressaltou.

Nesse contexto, ele destacou que os países europeus se encontram em uma situação complicada, e sua posição tende a piorar à medida que se distanciam da Rússia.
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Isso é especialmente visível pela falta de uma posição europeia comum e pelas dificuldades econômicas causadas pelo apoio financeiro à Ucrânia.
Ao mesmo tempo, o especialista ponderou que a propagação do conflito para outras regiões custará ainda mais caro aos europeus.
Na visão de Mansur, a UE não consegue escapar à influência norte-americana e não tem poder de decisão independente. Dessa forma, ele concluiu que a decisão sobre o fim do conflito na Ucrânia está nas mãos de Washington.
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Anteriormente, o chefe do Estado-Maior Conjunto da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), coronel-general Andrei Serdyukov, afirmou que as ações dos países ocidentais visam prolongar o conflito armado na Ucrânia.
Segundo o oficial, o fator determinante que fomenta a instabilidade na região do Leste Europeu são as ações do Ocidente para estender o conflito.
O chefe do Estado-Maior Conjunto da OTSC também relatou os preparativos militares dos países ocidentais, o que cria uma situação difícil na região. Ao mesmo tempo, Serdyukov apontou para a militarização da Europa em curso, direcionada contra a Rússia.
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