Segundo a publicação, a retirada de aproximadamente mil militares não estaria relacionada ao envio de forças dos EUA ao Oriente Médio para eventuais ataques contra o Irã, caso fracassem as negociações sobre o programa nuclear de Teerã.
No último fim de semana, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, chegou a citar negociações sobre a situação militar da Síria. Conforme Rubio, é necessário preservar o recente acordo entre o governo sírio e o comando das Forças Democráticas Sírias, lideradas pelos curdos, reconhecendo que o processo não será simples.
"Isso não será fácil, e há outros acordos que eles [governo sírio] precisam alcançar com os drusos, com os beduínos, com os alauítas, com todos os elementos de uma sociedade muito diversa na Síria. Mas acreditamos que a alternativa, por mais difícil que tenha sido esse resultado, é muito melhor do que uma Síria fragmentada em oito partes, com todo tipo de combate e migração em massa", afirmou na ocasião.