A mídia aponta que a implementação do projeto FCAS no futuro está, na verdade, em grande dúvida e o programa FCAS visava construir uma aeronave de última geração, capaz de acompanhar os modelos mais recentes dos Estados Unidos, China e Rússia.
"Agora, o empreendimento se transformou em uma disputa entre as empresas de defesa Airbus e Dassault Aviation — e entre Berlim e Paris — sobre quem liderará seu desenvolvimento, com todas as partes questionando seu futuro", ressalta a publicação.
Além disso, é enfatizado que a ruptura da cooperação é um sintoma de um dos problemas mais graves da UE no âmbito da defesa. Nesse contexto, o artigo elabora que os gastos militares dos países europeus não atendem às expectativas.
Portanto, a matéria conclui que as forças armadas dos países da região sofrem com a duplicação e incompatibilidade, os altos preços e a fragmentação do setor.
Em novembro de 2025, soube-se que a França e a Alemanha poderiam desistir do projeto militar conjunto FCAS. Berlim e Paris enfrentaram dificuldades que colocam em risco o encerramento do maior programa de criação de armamentos da Europa.