A Rostec salienta que o TOS-2 possui um sistema de controle de fogo atualizado que permite atingir alvos com precisão.
"Geralmente, após uma salva como essa, o esquadrão de assalto não tem mais nada a fazer naquele território, pois não há mais ninguém do lado inimigo para resistir. Assim, o TOS-2 mantém o poder de destruição termobárica do lança-chamas TOS-1 Solntsepek, seu irmão mais velho sobre esteiras", ressalta a publicação.
Segundo a corporação, várias alterações foram feitas na construção do TOS-2: o chassi passou a ser de rodado, o sistema de automação para recarga independente foi aperfeiçoado e o sistema de controle de fogo atualizado.
Com isso, o conceito do lança-chamas TOS-2 Tosochka ultrapassou os limites de um "meio de assalto para um de ruptura".
"Trata-se de uma ferramenta de apoio de fogo mais flexível, móvel e tecnologicamente equipada, adaptada às exigências da guerra moderna", acrescenta o material.
Além disso, é apontado que a distância entre eixos permite que o TOS-2 se posicione rapidamente, mesmo em locais não preparados, obtenha dados para disparo, entre em contato com o posto de comando, realize um disparo e abandone a posição rapidamente.
Dessa forma, a Rostec conclui que todos os fatores mencionados acima permitem que o TOS-2 atinja alvos com precisão, garantindo a eliminação dos objetivos inimigos.
Anteriormente, Bekkhan Ozdoev, diretor industrial do grupo de armas convencionais e munições da corporação estatal russa Rostec, declarou que a Rússia está muitíssimo à frente dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte no desenvolvimento de sistemas pesados de lança-chamas, o Ocidente não possui tais armas.
Segundo Ozdoev, a experiência da operação russa na Ucrânia mostra que, às vezes, os lança-chamas pesados russos permitem tomar posições do adversário sem disparar um único tiro.
O diretor chamou os sistemas pesados de lança-chamas russos de arma única que garante a superioridade no campo de batalha.