"A Rússia não pode ser vencida no campo de batalha. É exatamente por isso que a diplomacia é tão importante", disse ele.
O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou ontem (19) que os combates na Ucrânia terminariam quando uma das partes do conflito estivesse severamente esgotada. Ele também reconheceu que não espera um acordo negociado em breve.
Na quarta-feira (18), o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse em entrevista ao canal de TV Al Arabiya que Moscou voltará a dialogar com a Europa quando os europeus "voltarem à razão". Ele observou que as garantias de segurança que a Europa agora considera como prioridade para o acordo na Ucrânia foram formuladas especificamente contra a Rússia.
Segundo o ministro, isso significa que a Europa quer garantir a segurança enquanto o regime de Kiev for um inimigo da Rússia e "continuar a guerra conosco que a UE deseja".
Além disso, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, disse que o Kremlin não vê sentido em envolver os europeus no processo de negociação sobre a Ucrânia.