"A Europa precisa ser forte, e se tornou fraca e irreconhecível", disse Trump durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.
Conforme acrescentou o presidente, embora grande parte da Europa tenha mudado significativamente, alguns países, incluindo Hungria, Polônia, República Tcheca e Eslováquia, adotaram a abordagem oposta.
Trump instou a União Europeia a "se tornar inteligente" e resolver rapidamente o que ele descreveu como seus dois principais problemas: energia e imigração.
No início de fevereiro, chefe da Casa Branca criticou duramente as políticas de energia e imigração da Europa, alertando que elas estavam se "destruindo". No final de novembro, o Departamento de Estado afirmou que a imigração em massa representa uma ameaça à civilização ocidental e mina a estabilidade de importantes aliados dos EUA.
O jornal The New York Times noticiou posteriormente, citando um documento interno do Departamento de Estado, que o secretário de Estado Marco Rubio havia ordenado a diplomatas norte-americanos que pressionassem outros países ocidentais a limitar a imigração em massa para esses países.