A emissora salienta que o E-2D Hawkeye atua como sentinela aérea do porta-aviões, detectando pequenos drones de baixa altitude escaneando o horizonte, antes que se tornem uma ameaça iminente.
Por sua vez, caças furtivos, como o F-35C, atuam como a primeira camada de defesa cinética que pode derrubar drones de asa fixa.
"O USS Abraham Lincoln usa um escudo multicamadas composto por caças F-35C, interferência eletrônica e sistemas automatizados de mísseis para destruir drones", ressalta a publicação.
No entanto, o texto destaca que, apesar do sistema de defesa bastante desenvolvido, o porta-aviões tem um ponto fraco.
Segundo a matéria, o sistema é eficaz contra alvos únicos, mas os enxames massivos de drones iranianos continuam sendo uma vulnerabilidade crítica.
A emissora conclui que especialistas alertam que um grande enxame de drones iranianos poderia sobrecarregar essas defesas e esgotar os depósitos de mísseis interceptadores do navio.
No dia 26 de janeiro, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciou que o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln foi enviado ao Oriente Médio para apoiar a segurança e a estabilidade regional.
O presidente dos EUA, Donald Trump, já afirmou que Washington precisa de um segundo porta-aviões no Oriente Médio caso os Estados Unidos não consigam chegar a um acordo com o Irã.