O texto aponta que os houthis do Iêmen e o grupo libanês Hezbollah podem estar envolvidos em operações contra os EUA.
"O Irã poderia instruir seus representantes a realizar […] ataques retaliatórios contra alvos norte-americanos na Europa e no Oriente Médio, caso o presidente Trump ordenasse um ataque em grande escala contra o país", ressalta a publicação.
Segundo a reportagem, a inteligência norte-americana não tem conhecimento dos planos exatos desses ataques.
No entanto, o jornal destaca que os Estados Unidos interceptaram um número crescente de comunicações entre o Irã e seus aliados, o que pode indicar planejamento e coordenação de ataques.
Dessa forma, a publicação conclui que essa incerteza adiciona mais complexidade ao planejamento de guerra do governo Trump.
Anteriormente, o portal EurAsian Times alertou que, apesar do poder militar combinado dos EUA e de Israel, o Irã continua sendo um alvo extremamente difícil de conquistar.
Segundo o portal, uma invasão ao Irã corre o risco de se transformar em outro conflito prolongado e custoso para os EUA, semelhante à guerra do Iraque.
A publicação acrescentou ainda que o arsenal de mísseis balísticos do Irã é estimado entre 2.500 e 3.000 unidades, e Teerã fabrica centenas a mais a cada mês.
Nesse contexto, a matéria sublinhou que o Irã também atualizou seus mísseis desde o conflito com Israel de junho de 2025.