"Esta política de licenças favorável está direcionada a transações que apoiem o povo cubano, incluindo o setor privado cubano (por exemplo, exportações para uso comercial e humanitário em Cuba)", lê-se no comunicado.
De acordo com a nota, não estarão sujeitas a esse regime, as operações que envolvam "qualquer indivíduo ou entidade relacionada ao Exército, aos serviços de inteligência ou a outras instituições governamentais cubanas".
Em 29 de janeiro, Washington endureceu o bloqueio energético a Cuba, prometendo impor tarifas às importações de produtos provenientes de países que vendam ou forneçam petróleo a essa nação.
A falta de combustível está afetando gravemente as atividades essenciais em Cuba, incluindo as do setor da saúde, prejudicando milhares de pacientes, muitos deles menores de idade, de acordo com o Ministério da Saúde Pública do país caribenho.
Segundo dados do órgão oficial do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, divulgados pelo jornal mexicano La Jornada na semana passada, a falta de combustível afeta atualmente 61.830 crianças com menos de um ano que necessitam de cuidados especiais.
A situação também impacta em serviços vitais para pacientes diabéticos e oncológicos, bem como no calendário de vacinação infantil já atrasado, no atendimento a crianças com necessidades especiais, bem como na ventilação domiciliar, aspiração mecânica e ar condicionado, além da assistência em casos de emergência sem disponibilidade de transporte médico.