Entre os séculos XVI e XIX, o Brasil recebeu cerca de 5 milhões de pessoas da África. Seria essa uma forma de reparação histórica? Sendo Benin um país jovem, independente há apenas 66 anos, descendentes de pessoas escravizadas não só do Brasil, mas de outros países, podem fazer a diferença? Para comentar o tema, Melina Saad e Marcelo Castilho convidam o antropólogo Milton Guran, autor do livro "Agudás: os 'brasileiros' do Benin"; Sènakpon Fabrice Fidèle Kpoholo, mestre em educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutor em educação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); e Clayton Muniz, analista de treinamento e brasileiro que submeteu pedido para obter cidadania beninesa. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.