Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que que Khamenei havia sido morto na operação.
"Trabalharam em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer [...] "muitos membros da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, das forças armadas e de outras forças de segurança e policiais não querem mais lutar e esperam imunidade de nossa parte", declarou ele nas redes sociais.
A morte do aiatolá durante a ofensiva militar de Israel e Estados Unidos contra solo iraniano terá represálias, assegurou o presidente do país persa, Masoud Pezeshkian.
Este crime não ficará sem resposta. Obrigaremos aqueles que organizaram e executaram este [ato] a se arrependerem", lê-se no comunicado oficial divulgado pelo Escritório da Presidência local no Telegram.
A TV estatal iraniana transmitiu uma mensagem do Conselho Superior de Segurança Nacional na qual se confirmou a morte de Khamenei, que advertiu que o martírio do líder supremo será o início de uma "escalada na luta contra os opressores".
A mídia iraniana informou ainda que quatro membros da família de Khamenei também foram mortos nos ataques dos EUA e Israel.
Segundo o Crescente Vermelho, organização civil humanitária que atua no Oriente Médio, a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel ao Irã deixou ao menos 201 pessoas mortas e 747 feridas. Em uma escola para meninas no sul do país, pelo menos 85 alunas foram mortas no bombardeio.
Os ataque ocorreram 48 horas depois de uma rodada de negociações entre EUA e Irã sobre o programa nuclear do Irã, que garante desenvolver a tecnologia nuclear para fins pacíficos. No entanto, EUA, Israel e aliados são contra a atividade.
Vários países, entre eles o Brasil, condenaram a ofensiva deste sábado. A ONU pediu um cessar-fogo na região. Ao justificar os ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse defender os americanos. Em retaliação, o Irã atacou países vizinhos que abrigam bases militares americanas.