Trump destacou que os Estados Unidos destruirão os mísseis, a indústria de mísseis e a Marinha iraniana.
"O objetivo é garantir a segurança dos cidadãos norte-americanos diante da 'ameaça' iraniana", ressaltou.
Segundo o líder estadunidense, o Irã estaria tentando reativar seu programa nuclear e desenvolver mísseis capazes de atingir a Europa e os EUA.
Nesse contexto, o dono da Casa Branca salientou que as ações do Irã representam "risco direto" às tropas e bases norte-americanas no exterior.
Além disso, Trump sublinhou que, em Teerã, logo se tornará evidente que desafiar o poderio dos Estados Unidos é inaceitável.
"Garantiremos que o Irã não obtenha armas nucleares. Esta é uma mensagem muito simples: eles nunca terão armas nucleares. Este regime logo perceberá que ninguém se atreve a desafiar o poder e a força dos Estados Unidos", disse Trump em uma mensagem de vídeo postada em seu canal na rede social Truth Social.
No sábado (28), o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, relatou que Israel lançou um ataque "preventivo" contra o Irã, tendo estado de emergência sido declarado no país.
Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciam que escolas no país estão fechadas, as pessoas são informadas para trabalhar de casa, reuniões públicas em Israel são proibidas.
A mídia estatal iraniana relatou, por sua vez, que foram ouvidos sons de três explosões no centro de Teerã.
Um funcionário disse à agência de notícias Reuters que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, não está em Teerã e foi transferido para um local seguro.
Além disso, um oficial norte-americano disse à agência que os EUA atingem o Irã por meio de ataques lançados por via aérea e marítima.