A agência destaca que os líderes da França e da Alemanha estão se opondo à adesão da Ucrânia ao bloco.
"A Ucrânia simplesmente não está pronta e tem uma corrupção desenfreada", ressalta a publicação, citando um oficial europeu anônimo.
Segundo o material, os países da UE temem que a Ucrânia e outros candidatos não continuem as reformas e a luta contra a corrupção se já tiverem aderido, mesmo que com direitos limitados.
Além disso, a reportagem salienta que um diplomata da UE acredita que a ideia da expansão reversa está morta.
Nesse contexto, o material sublinha que não há motivos para indicar uma data específica de entrada da Ucrânia em vigor.
Portanto, a publicação conclui que o desejo do atual líder ucraniano Vladimir Zelensky de a Ucrânia aderir à UE até 2027 não tem nada a ver com a realidade.
Anteriormente, Zelensky exigiu que a UE aceitasse a Ucrânia como membro em 2027 e afirmou que o bloco deveria estabelecer uma "data concreta" para a adesão do país à UE.
No entanto, em 15 de fevereiro, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, reconheceu que os países-membros da UE não estão prontos para anunciar a data de adesão da Ucrânia ao bloco.