"A China sempre considerou que o respeito mútuo e a igualdade entre os países, independentemente do seu tamanho, são uma condição necessária para o progresso histórico e um princípio fundamental da Carta das Nações Unidas", disse Lou Qinjian antes da abertura da sessão parlamentar.
Ele ressaltou que "nenhum país tem o direito de controlar os assuntos internacionais, de comandar o destino de outros Estados ou de monopolizar vantagens de desenvolvimento, muito menos agir em um mundo sem consideração pelos outros".
A 4ª sessão da 14ª legislatura do Congresso Nacional do Povo (parlamento da China) será aberta em Pequim no dia 5 de março e terminará na tarde de 12 de março.
No último sábado (28), Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra alvos no Irã, inclusive em Teerã, provocando danos e vítimas civis. O país retaliou com ações contra o território israelense e contra bases militares de Washington em todo o Oriente Médio.
O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, morreu em decorrência dos bombardeios, junto com diversos altos funcionários do governo e das Forças Armadas do Irã. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o assassinato como uma violação cínica de todas as normas da moral humana e do direito internacional.