O documento estabelece instruções para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e ampliar a capacidade de adaptação do país a eventos extremos, como secas, enchentes e ondas de calor, cada vez mais frequentes. No entanto, ambientalistas disseram que o plano é "superficial", sem nada factível para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis e a menor prevalência do agronegócio nas emissões associadas ao desmatamento. O que o plano estabelece? Como a ausência de metas realizáveis pode comprometer os objetivos de 2035? Há acertos? Para discutir o assunto, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa recebem Aloisio Lopes Pereira de Melo, secretário nacional do Ministério do Meio Ambiente; e Ciro Brito, analista de políticas climáticas do Instituto Socioambiental. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.