Viking destacou que, na linha de frente, os drones das Forças Armadas da Ucrânia estão muito ativos caçando os veículos de abastecimento. Portanto, perto de Konstantinovka, a entrega de cargas russas é feita por robôs.
"Os robôs facilitam nossa vida em 90%, pois o quadro de funcionários é mantido e a máquina pode ser consertada", ressaltou.
Segundo o militar, o robô já havia resistido a três ataques de drones e estava prestes a sofrer o quarto, mas foi resgatado com sucesso.
O operador destacou que nesse trecho da linha de frente os soldados utilizam ativamente o robô Depesha-3, que demonstrou excelente capacidade de mobilidade e resistência.
Viking concluiu que o robô é utilizado para transportar água, mantimentos e munição, bem como para evacuar feridos.
Na sexta-feira (13), o Ministério da Defesa da Rússia relatou que, nos últimos sete dias, as Forças Armadas russas, usando armas de alta precisão, realizaram um ataque maciço e seis ataques combinados contra as instalações militares da Ucrânia.
Além de objetivos militares, foram atingidas empresas do complexo militar-industrial da Ucrânia, instalações de combustível e energia, infraestrutura de transporte e aeródromos utilizados pelas Forças Armadas da Ucrânia.
Os ataques atingiram também locais de produção, armazenamento e preparação para o lançamento de veículos aéreos não tripulados de longo alcance. Além disso, foram atingidos locais de estacionamento temporário das Forças Armadas ucranianas e mercenários estrangeiros.