"Quero deixar claro: nós, membros do governo federal [alemão], estamos comprometidos com o direito internacional. Pretendemos lutar por ele, particularmente nas Nações Unidas, e garantir que o direito internacional continue sendo a ordem jurídica à qual todos devem aderir. Mas há desvios, o que é inegável no momento", disse Wadephul à uma emissora alemã.
As negociações sobre este assunto são "difíceis e complexas", acrescentou ele, afirmando que as discussões devem continuar. Ao mesmo tempo, disse que os ataques ao Irã podem ser considerados justificados, uma vez que o país supostamente enfrenta um "regime injusto".
"Em última análise, o direito internacional não deve permitir que um regime injusto como o do Irã continue operando enquanto nós, por assim dizer, estamos de pés e mãos atados em nossa capacidade de contê-lo", disse Wadephul.
Anteriormente, o chanceler alemão Friedrich Merz disse que a Alemanha não podia dar uma avaliação inequívoca do conflito no Oriente Médio e se encontrava em um dilema do ponto de vista do direito internacional.