A agência aponta que o Simulador estima que o setor criaria 226 mil empregos diretos e indiretos de alta qualificação e arrecadaria R$ 9,9 bilhões em tributos indiretos e contribuições sociais.
"Orientar esforços para a produção nacional na área de defesa e segurança alavanca o nível de maturidade tecnológica do país, promove empregos mais qualificados e encadeamentos produtivos mais complexos, incluindo os de uso civil", ressalta o artigo.
Segundo a publicação, atualmente o Brasil gasta, em média, R$ 70,8 bilhões por ano com a importação de produtos de defesa e segurança, que vão desde coletes balísticos até mísseis e componentes aeronáuticos.
24 de dezembro 2025, 09:50
Mais de 90% desses itens importados têm uso dual, podendo ser aplicados tanto em contextos militares quanto civis. De acordo com a CNI, o fortalecimento do setor nacional poderia gerar 226 mil empregos diretos e indiretos, a maioria deles de alta qualificação técnica.
Ao mesmo tempo, o material conclui que esses postos de trabalho envolvem atividades intensivas em tecnologia, engenharia e inovação, em um contexto de escassez recorde de mão de obra qualificada na indústria.
Anteriormente, a revista Tecnologia & Defesa informou que, no período de 2 a 6 de fevereiro, o Exército brasileiro realizou testes de uma versão modernizada da Viatura Blindada de Reconhecimento EE-9 Cascavel, que efetuou seus primeiros disparos.
De acordo com a publicação, os militares conduziram, no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), a instrução sobre o processo de colimação da viatura e realizaram testes de engenharia do computador balístico em desenvolvimento, com a execução de tiros reais à distância predefinida.