Mais do que simples entretenimento, essas experiências têm sido procuradas como válvulas de escape para o estresse, ferramentas de socialização e pausas estratégicas na vida urbana acelerada. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), com suporte do portal Comex Stat, confirmam a mudança de patamar. Em 2025, o segmento de jogos de tabuleiro e cartas registrou alta de 16%. O lúdico deixou de ser exclusividade da infância para se tornar uma ferramenta essencial de saúde mental e bem-estar na vida adulta? Para conversar sobre o comportamento, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa recebem Adriana Sacchi, psicanalista e escritora; e Bruno Caetano, diretor audiovisual e colecionador de jogos. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.