Panorama internacional

Mídia israelense: pelo menos 20 mortos e 200 feridos em Arad após ataque iraniano

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país enfrenta "uma noite muito difícil na batalha pelo nosso futuro"; o Irã acusa Israel de pressionar jornalistas e testemunhas a censurar informações sobre a destruição e o número de vítimas.
Sputnik
Segundo a mídia israelense, ao menos 20 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas após o bombardeio em Arad, Israel, neste sábado (21). Cerca de 1.300 socorristas e bombeiros foram mobilizados para atuar no local atingido, em uma das maiores operações de resgate recentes no país.
Em pronunciamento, Netanyahu disse ter conversado com o prefeito de Arad, Yair Maayan, e afirmou que o governo está mobilizando todos os ministérios para prestar assistência às vítimas. Ele também declarou estar reforçando as equipes de emergência e pediu que a população siga as orientações do Comando da Frente Interna. “Estamos determinados a continuar atacando nossos inimigos em todas as frentes”, disse.
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Do lado iraniano, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) afirmaram que o Irã lançou a “73ª onda” da chamada Operação Promessa da Verdade 4, utilizando mísseis e drones contra alvos no sul e no norte do que chamou de “territórios palestinos ocupados”.
O grupo alegou ter atingido instalações militares e centros de segurança em cidades como Dimona, Eilat, Be'er Sheva e Kiryat Gat, além de bases militares dos Estados Unidos na região.
Ainda segundo o IRGC, mais de 200 pessoas teriam sido mortas ou feridas nas primeiras horas da ofensiva, número que não foi confirmado por autoridades israelenses. A organização também acusou Israel de pressionar jornalistas e testemunhas a censurar informações sobre a destruição e o número de vítimas.
Como medida de segurança, as aulas foram canceladas neste domingo em diversas cidades do sul de Israel, incluindo Sderot, Ashkelon, Dimona e Arad, em meio à escalada de tensões e ao temor de novos ataques.
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