A revista salienta que, após a incorporação do oitavo destróier do Tipo 055, o Xianyang, em abril de 2023, os navios Anqing e Dongguan entraram em serviço no início de março, tornando-se o nono e o décimo da classe, respectivamente.
Eles fazem parte de uma segunda leva de produção e apresentam diversas melhorias em relação aos modelos anteriores.
"Os dois navios operam sob o comando da Marinha do Comando do Teatro Oriental, também conhecido como Frota do Mar Oriental, responsável pelas operações no mar da China Oriental contra as forças dos EUA e do Japão, além de contribuir significativamente para possíveis operações no estreito de Taiwan", ressalta a publicação.
Segundo o material, a China desenvolveu um dos maiores e mais poderosos navios de guerra do mundo, equipado com numerosos lançadores para diferentes tipos de mísseis.
Essas embarcações possuem radares avançados, que oferecem amplo alcance de detecção e alta consciência situacional. Seu uso em operações militares recentes demonstrou o crescimento das capacidades navais chinesas.
Ao mesmo tempo, o artigo conclui que os navios norte-americanos mais antigos apresentam limitações técnicas e dificuldade de modernização.
Anteriormente, a revista 19FortyFive informou que o setor de construção naval dos Estados Unidos sofre uma crise aguda prolongada, e 82% dos navios nos estaleiros estão atrasados em relação ao comissionamento planejado.
Segundo a reportagem, a crise da construção naval dos Estados Unidos não decorre de falhas nos estaleiros ou do potencial de produção, mas de décadas de estagnação estratégica. Escassez de trabalhadores, complexidade tecnológica, muita burocracia e muitos atrasos são somente uma ponta do iceberg da crise relacionada com o planejamento estratégico da Marinha dos Estados Unidos.