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CPMI do INSS rejeita relatório que pedia indiciamento de Lulinha e termina sem documento final

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encerrou seus trabalhos sem aprovar um relatório final após rejeitar, por 19 votos a 12, o parecer apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL).
Sputnik
A votação ocorreu na madrugada deste sábado (28), após uma sessão que começou ainda na manhã de sexta-feira (27) e se estendeu por mais de 15 horas.
O texto rejeitado recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas, entre elas parlamentares, ex-ministros, dirigentes de estatais e o empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O relator também defendia que a Advocacia do Senado solicitasse à Justiça a prisão preventiva de Lulinha, alegando risco de fuga.
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CPMI: governistas querem derrubar relatório que acusa Lulinha e aprovar voto contra Jair e Flávio
Durante a sessão, parlamentares governistas tentaram emplacar um relatório alternativo, que previa cerca de 130 indiciamentos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro. O texto, no entanto, não chegou a ser analisado.
Com o fim da sessão, a comissão foi encerrada sem votação de um substitutivo, mesmo com o prazo oficial se encerrando neste sábado.
Após o término, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que uma cópia do relatório será encaminhada a órgãos de controle, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR). "É uma pena que a gente não tenha completado o trabalho com o relatório completamente aprovado", declarou.
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