Os presentes percorreram a avenida Paulista com faixas, bandeiras palestinas, mas também do Líbano e Irã, ecoando palavras de ordem, exigindo o fim do genocídio em Gaza e o rompimento do Brasil com Israel.
O ato integra iniciativas simultâneas realizada em dezenas de países, em um momento em que o "cessar-fogo" patrocinado por Donald Trump, em vigor desde outubro de 2025, tem sido violado por Israel.
Em São Paulo, o ato teve as faixas: "Basta de Genocídio na Palestina", "Lula, Rompa com Israel, Já", "Não ao Ataque Imperialista contra o Irã" e "Tirem as Patas do Irã, Líbano e Palestina".
Conflito
Desde que o conflito teve início após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, mais de 50 mil palestinos foram mortos e outros 120 mil ficaram feridos, segundo o Ministério da Saúde palestino.
Organizações internacionais denunciam colapso hospitalar, escassez de alimentos e destruição sistemática de infraestrutura civil em Gaza — enquanto Israel amplia operações militares ao Líbano e ao Irã.
Um dos pontos de atenção atualmente tem sido a morte de jornalistas no Oriente Médio. Em 2025, número recorde de 129 profissionais de imprensa foi morto no exercício da profissão. Dois terços dessas mortes, 86, são atribuídas às FDI.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) atribuiu a Tel Aviv a morte de nove paramédicos e ferimentos em outros sete profissionais de saúde, a partir de bombardeios feitos ontem, sábado (28), no sul do Líbano.