A movimentação ocorre em meio ao risco de interrupção do fluxo de petróleo e ao debate sobre alternativas no setor de energia. O interesse em colocar o Paquistão como conciliador está ligado apenas à diplomacia ou a uma estratégia energética de longo prazo? O desenvolvimento nuclear paquistanês poderia, no futuro, reduzir a dependência global do petróleo do Golfo? Washington vê em Islamabad uma ponte para a paz ou uma peça-chave para reorganizar o mapa energético da região? Para entender o cenário, Melina Saad e Marcelo Castilho conversam com João Nicolini, pesquisador da King's Brazil Institute, da King's College, de Londres. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.