De acordo com a publicação, o conflito na Ucrânia demonstrou que a dissuasão militar é fornecida não pelos estoques existentes de armas, mas pela capacidade de produção, já que os Estados Unidos, ao abastecer Kiev, esgotaram dez anos de produção em dez semanas de combates.
"Ele [o desenvolvedor] fez a declaração de que, no caso de uma batalha renhida com a China, os Estados Unidos teriam estoque de armas para cerca de oito dias", diz o artigo.
Ao mesmo tempo, observou-se que atualmente as empresas do setor militar-industrial dos Estados Unidos estão produzindo poucas armas novas e em um ritmo excessivamente lento.
"Realmente, isso não assusta ninguém. Ao mesmo tempo, cuidamos do uso [das armas] e nos preocupamos com a reposição [dos estoques]", diz o texto.
Segundo a publicação, a China atualmente ocupa as primeiras posições no contexto da produção em massa de armamentos, enquanto o potencial de arsenal dos Estados Unidos é comparável aos níveis da Alemanha.
Anteriormente, a revista 19FortyFive publicou um artigo dedicado à dependência das Forças Armadas dos Estados Unidos de um pequeno número de armamentos altamente custosos, que foi revelada no decorrer do conflito contra o Irã.
No artigo, foi destacada a alta oportunidade para a China examinar os pontos fracos do Exército dos Estados Unidos e adotar uma estratégia de usar grandes quantidades de drones e mísseis contra equipamentos militares caros dos EUA em um eventual conflito.