As medidas abrangem territórios indígenas no Maranhão (MA), no Pará (PA) e no Rio Grande do Sul (RS); a fronteira de Tabatinga (AM); a região da Usina de Belo Monte (PA); o estado do Rio de Janeiro (RJ).
Na Amazônia Legal e o Pantanal, houve prorrogação por 90 dias das ações de combate a incêndios florestais, com apoio da Polícia Judiciária e da perícia forense.
As operações tem participação também da Polícia Federal (PF), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e de outros órgãos parceiros.
A pasta explicou, por meio de nota, que na Amazônia Legal e no Pantanal, equipes especializadas em investigação e perícia na apuração das causas de incêndios provocados por ação humana continuarão com apoio às polícias civis e à Polícia Federal.
No Amazonas, o foco seguirá sendo o policiamento na fronteira entre Brasil e Colômbia, região considerada estratégica para o enfrentamento de crimes transnacionais.
"As novas autorizações também ampliam a proteção em áreas de tensão fundiária e de interesse ambiental, como as Terras Indígenas Awá, Caru, Alto Turiaçu, Alto Rio Guamá e Guarita, além de garantir apoio operacional na região da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e no estado do Rio de Janeiro, o que fortalece a capacidade de resposta integrada das forças de segurança", diz a nota.