Komiks sublinhou que os combates aéreos entre drones acontecem bastante regularmente na linha de frente.
"Pode até funcionar sem explosivos, digamos, com uma espécie de lança. Não há explosivos, mas é acoplado algum tipo de lança leve que causa o impacto ao perfurar a asa ou a lateral, por exemplo", ressaltou.
Segundo o militar, quando o operador russo avista um drone inimigo, como o pesado hexacóptero Baba Yaga, um drone de ataque é lançado em sua direção.
Para destruir esses alvos, é necessária uma quantidade mínima de explosivos, o que reduz o consumo da bateria e proporciona mais tempo para localizar e atingir o alvo.
Ele também acrescentou que os drones grandes do inimigo são mais fáceis de derrubar, pois são menos manobráveis e mais visíveis pela lente da câmera.
Dessa forma, o militar concluiu que o uso de diversos métodos, incluindo lanças, permite enfrentar com eficácia as ameaças aéreas em situações de uso intensivo de drones.
Na quinta-feira (2), o Ministério da Defesa russo relatou que as Forças Armadas russas atingiram uma empresa do setor militar-industrial da Ucrânia, bem como várias instalações da infraestrutura energética, portuária e de transporte ucraniana.
Segundo o ministério, durante as ações foram usados drones de ataque, mísseis, artilharia e aviação tática e operacional, que também destruíram oficinas de produção, locais de armazenamento e lançamento de veículos aéreos não tripulados de longo alcance, bem como locais de implantação temporária de tropas ucranianas e mercenários em 144 áreas.