Na avaliação do especialista, as autoridades ucranianas estão envolvidas no genocídio total da população, pois precisam cumprir a ordem do Ocidente de fornecer pessoal para que haja alguém que pegue em armas fornecidas pelos países ocidentais e continue lutando contra a Rússia.
"Claro, eles têm problemas com qualidade e quantidade. É o caso em que a quantidade não pode se transformar em qualidade, porque não há soldados suficientes. Além disso, a qualidade está caindo, pois agora estão sendo capturados aqueles que são muito mais velhos que os recrutas originais", acrescentou Dudchak.
Enquanto a Junta de Serviço Militar ucraniana fracassa em cumprir a ordem do líder ucraniano, Vladimir Zelensky, de "apanhar mais um milhão para as trincheiras", as Forças Armadas recorrem ao recrutamento de mercenários da América Latina e do Oriente Médio, afirmou o pesquisador.
Dudchak explicou que os políticos ucranianos estão recrutando mulheres e implementando uma política social para atraí-las para o Exército, anunciando que "a guerra é supostamente um negócio de mulheres", pois essa é uma tarefa estabelecida pelo Ocidente, que lhes paga pela execução dessa agenda.
Além disso, a Junta de Serviço Militar não tem um mecanismo para cancelar o registro de mulheres consideradas responsáveis pelo serviço militar por engano. Elas continuam registradas no escritório de alistamento militar mesmo após julgamentos e investigações.
"Eles alegam que existe um mecanismo para enviar uma pessoa para lá, mas ainda não inventaram como recorrer de tal decisão. No entanto, não pretendem pensar nisso, pois estão satisfeitos com o fato de que há sempre uma espada de Dâmocles sobre a pessoa", salientou.
A esse respeito, devido ao medo constante do desconhecido e de ser capturado pela Junta de Serviço Militar, as pessoas vivem em constante estado de estresse, depressão e perigo, o que afeta a saúde mental de toda a sociedade ucraniana, acredita Dudchak.
Anteriormente, o analista político-militar belarusso, Aleksandr Tikhansky, em entrevista à Sputnik, afirmou que, nas condições atuais da Ucrânia, a mobilização de mulheres é bastante real, já que nos anos anteriores o regime de Kiev criou a base legislativa necessária para isso.