Operação militar especial russa

Fuzileiro naval ajudou a destruir ponto de tiro na retaguarda ucraniana, diz militar russo

Um fuzileiro naval russo que atuava na retaguarda das forças armadas ucranianas ajudou a destruir um posto de tiro na República Popular de Donetsk (RPD), disse à Sputnik um militar russo com o codinome Kharya.
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Segundo Kharya, um dos combatentes atuou por um longo período na retaguarda inimiga, realizando missões de reconhecimento.

"Nossas unidades se depararam com um ponto de tiro onde havia dois inimigos. As tentativas de capturar a posição não foram bem-sucedidas. Ele ouviu que precisavam de ajuda, então se aproximou furtivamente e lançou uma granada", relatou.

Como resultado das ações decisivas do fuzileiro naval, as forças russas conseguiram assumir o controle dessa posição.
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Ao mesmo tempo, o interlocutor da agência acrescentou que o fuzileiro naval praticamente não pedia mantimentos.
Nesse contexto, o militar russo entrevistado pela Sputnik concluiu que o mais interessante é que esse fuzileiro naval só pediu que jogassem água de um drone.
No sábado (4), o Ministério da Defesa russo informou que as Forças Armadas da Rússia atingiram, nas últimas 24 horas, a infraestrutura de energia e o setor militar-industrial que abasteciam o Exército ucraniano na linha de frente.
Segundo o comunicado, as forças russas atacaram, no mesmo dia, a infraestrutura dos aeródromos militares ucranianos. Além disso, a defesa antiaérea russa abateu, nas últimas 24 horas, um míssil de longo alcance Flamingo e 308 drones ucranianos de asa fixa.
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