Ao mesmo tempo, centenas de manifestantes também foram às ruas em cidades como Haifa e Jerusalém.
O ato passou a ser considerado irregular após as Forças de Defesa de Israel (FDI) limitarem reuniões em áreas abertas a até 150 pessoas, citando riscos de ataques com mísseis iranianos. A restrição levou as forças de segurança a intervir e dispersar o público.
Segundo relatos, a polícia começou a empurrar a multidão após sucessivos avisos de que a manifestação violava as determinações em vigor. Unidades montadas também foram mobilizadas para intensificar a dispersão.
A decisão das autoridades ocorre mesmo após uma ordem da Suprema Corte israelense para que fosse buscado um equilíbrio entre as necessidades de segurança e a liberdade de expressão.
Pelo menos 206 ataques foram lançados contra o Irã em apenas 24 horas, matando pelo menos um civil, informou o canal Al-Jazeera, citando um grupo de ativistas de direitos humanos do Irã.
Uma série de bombardeios atingiu ao menos 13 regiões ao longo de um período de 24 horas, segundo informações divulgadas pela agência HRANA e citadas pela mídia árabe. A ofensiva intensificou ainda mais o cenário de violência desde o início do conflito, no final de fevereiro.
De acordo com o levantamento da organização, os ataques atribuídos a forças dos Estados Unidos e de Israel já resultaram na morte de 1.607 civis, além de 1.213 integrantes das forças militares.