Panorama internacional

Meloni admite possibilidade de escassez de energia na Itália devido à crise no Oriente Médio

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, admitiu que, se a situação no Oriente Médio piorar, o país poderá enfrentar uma crise energética.
Sputnik
No fim de semana, a imprensa italiana noticiou o início das primeiras restrições ao combustível de aviação em quatro aeroportos italianos: Milão, Veneza, Treviso e Bolonha.
"Quando a instabilidade aumenta nos países do Golfo, isso afeta os custos de energia, as empresas, os empregos e, em última instância, o poder de compra das famílias", disse Meloni em um vídeo publicado em suas redes sociais.
Conforme ressaltou a liderança italiana, estados do Golfo Pérsico desempenham um papel fundamental no mercado global de energia e, se a produção nessas regiões for reduzida ou interrompida, os preços da energia subirão para todos.
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"E se a situação piorar, podemos nos encontrar numa situação em que não teremos toda a energia de que precisamos, nem mesmo na Itália", disse Meloni .
Na sexta-feira (3) e no sábado (4), Meloni visitou os países do Golfo que, segundo ela, fornecem 15% das necessidades de petróleo da Itália.
"Discuti com eles como fortalecer a cooperação, ajudar a impedir a escalada do conflito e restabelecer rapidamente a liberdade de navegação ao longo das rotas das quais dependem a energia, o comércio e a estabilidade, começando pelo estreito de Ormuz", explicou ela.
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