Panorama internacional

Hegseth será acusado pelo fracasso da agressão dos EUA contra Irã, diz analista

As autoridades estadunidenses tentarão atribuir a responsabilidade pelos resultados da operação contra o Irã ao chefe do Ministério da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, opinou à Sputnik o cientista político e especialista em EUA Malek Dudakov.
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Segundo Dudakov, o próprio Hegseth está ciente da instabilidade de suas posições e, portanto, tenta se livrar da responsabilidade demitindo generais.

"Acho que será precisamente [Hegseth], provavelmente, o bode expiatório por todos os fracassos no Irã, e ele possivelmente será demitido mais perto do verão deste ano", ressaltou.

Ao comentar os relatos de que os militares dos EUA negaram as declarações de Hegseth sobre as circunstâncias do ataque iraniano contra a base no Kuwait, Dudakov enfatizou que agora há muitos detalhes sobre o quão caoticamente foi planejada a operação norte-americana contra o Irã.
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Nesse contexto, o especialista concluiu que essa não é a última revelação desse tipo sobre a agressão estadunidense contra o Irã.
No primeiro dia do conflito no Oriente Médio, o Irã atacou a base aérea dos EUA no Kuwait. Seis soldados norte-americanos morreram e mais de 20 ficaram feridos.
Na coletiva de imprensa, Hegseth afirmou que se tratava de um local bem protegido. No entanto, em 9 de abril, os militares dos EUA que estavam no local do ataque negaram suas palavras.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã. O Irã retaliou contra o território israelense e contra alvos militares dos EUA na região do Oriente Médio. Na noite de 8 de abril, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que havia chegado a um acordo com o Irã sobre um cessar-fogo de duas semanas.
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