A Direção-Geral de Migração e Estrangeiros da Costa Rica informou que foram deportados 25 migrantes da Albânia, Camarões, China, Guatemala, Honduras, Índia, Quénia e Marrocos.
"Ao entrar no país, os migrantes receberão cuidados primários da Polícia Profissional de Migração, com a cooperação da Organização Internacional para as Migrações (OIM)", disse a agência costarriquenha em comunicado.
A acordo prevê que o país latino-americano receberá até 25 pessoas por semana, e em troca os governo dos EUA dará apoio financeiro e a OIM oferecerá alimentação e abrigo durante os primeiros sete dias da estadia dos migrantes no país.
A administração afirmou que tais deportações para terceiros países são necessárias para remover cidadãos de países que se recusam a recebê-los.
Em fevereiro, os democratas da Comissão de Relações Exteriores do Senado estadunidense divulgaram um relatório que afirmava que os acordos de deportação com governos estrangeiros custam aos contribuintes americanos milhões de dólares e trazem poucos benefícios.
Durante sua posse em 20 de janeiro de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu interromper imediatamente a entrada de imigrantes ilegais nos EUA e começar a extraditar milhões de migrantes que já vivem lá. Ele declarou o estado de emergência nacional devido à crise na fronteira sul dos EUA.