Segundo a publicação, Washington via a China como seu principal concorrente militar e, por isso, estava se preparando para o confronto com Pequim.
No entanto, a Rússia, durante o conflito ucraniano, passou a usar drones com tecnologias avançadas, incluindo o uso de inteligência artificial, o que alarmou a inteligência militar norte-americana.
Além disso, o jornal afirmou que a China e a Rússia estão experimentando permitir que a inteligência artificial tome suas próprias decisões no campo de batalha, segundo duas autoridades norte-americanas.
Os autores da publicação destacaram que a China está desenvolvendo sistemas para dezenas de drones autônomos capazes de coordenar ataques sem intervenção humana, enquanto a Rússia está construindo drones Lancet que podem circular no céu e selecionar alvos de forma autônoma.
Mais do que isso, a publicação observou que a China está claramente liderando em algumas áreas do desenvolvimento de veículos aéreos não tripulados, pois pode produzir sistemas de armas autônomos em uma escala que o Pentágono não pode igualar.
Anteriormente, o major-general do Exército dos EUA Stephen Marks, que chefia a unidade responsável pela aquisição de drones do Pentágono, admitiu que a criação do centro avançado de testes de tecnologia não tripulada Rubicon no Ministério da Defesa da Rússia permitiu que Moscou ganhasse uma vantagem no uso de armas autônomas.