"Concordamos com um cessar-fogo, mas não permitiremos que se repita a experiência do acordo de 2024, em que uma das partes se comprometeu, enquanto o lado israelense se esquivou de suas obrigações", comentou.
Qamati acrescentou que, "desta vez, a medida parece séria, mas permanecemos cautelosos quanto à traição israelense. Portanto, aconselhamos que não se aproximem do sul neste momento".
Israel confirma continuidade de operações no Líbano e no Irã
O chefe do Estado-Maior de Israel, Eyal Zamir, confirmou que Tel Aviv não permitirá que o Irã obtenha quaisquer ganhos em relação ao programa nuclear, ao estreito de Ormuz ou a quaisquer outras questões pendentes.
O militar acrescentou que as forças estão em nível máximo de prontidão, com aeronaves da Força Aérea já preparadas e armadas, alvos previamente definidos nos sistemas e capacidade para realizar um ataque imediato de grande intensidade.
Diálogo com Israel pode levar Líbano a 'mais becos sem saída'
Diante da persistente agressão israelense contra o país árabe, o diálogo direto entre Beirute e Tel Aviv constitui "uma violação dos interesses nacionais e da Constituição do Líbano", declarou Hussein Hajj Hassan, membro do Hezbollah no Parlamento libanês, à Sputnik.
"As negociações estão sendo realizadas com o inimigo, que ocupa nosso território e continua sua agressão […]. Elas estão sendo conduzidas sob os auspícios dos EUA e podem levar o Líbano a novos impasses", explicou ele.