Segundo o jornal, atualmente, 60 reatores nucleares comerciais estão em operação na China e outros 36 estão em construção, representando mais da metade da construção mundial de usinas nucleares. A construção de outras 16 unidades de energia já foi aprovada e será iniciada no futuro próximo.
"A China iniciou a construção de duas novas unidades de energia neste ano e espera colocar sete em operação, mantendo sua posição como a maior construtora de usinas nucleares do mundo", diz-se no material.
Essas iniciativas fazem parte da estratégia do governo do gigante asiático de criar até 2030 uma potência atômica poderosa, acrescentaram os autores do texto.
Uma mídia informou hoje (17) que, no mês passado, o governo chinês, em seu mais recente projeto de plano de cinco anos, estabeleceu uma meta de atingir a capacidade nuclear de 110 gigawatts até 2030, um aumento de 76% em relação ao final do ano passado.
A China, no âmbito da parceria estratégica, desenvolve cooperação no setor de energia atômica com a Rússia. Atualmente, no norte da China, as partes realizam o projeto da construção da usina nuclear Xudapu. A parte russa, de acordo com os contratos, deve elevar duas unidades nucleares, fornecer equipamento necessário e combustível nuclear.