No entanto, por trás da estética lúdica e das histórias rápidas, há um fenômeno alarmante: o uso dessas ferramentas para propagar desinformação e discurso de ódio de forma subliminar — tendência que não está isolada. Vídeos infantis protagonizados por animais hiper-realistas também têm sido utilizados para introduzir narrativas violentas e perturbadoras, acendendo o alerta de pais, educadores e especialistas em segurança digital. Um usuário que produza uma história do tipo pode responder legalmente pelo conteúdo ou ele se enquadra com expressão artística? Para debater o assunto, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Ciane Lopes, estrategista em marketing digital e professora da Pós-Graduação em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais da Estácio de Juiz de Fora (MG); e José Luiz Nunes, professor de direito da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro (RJ). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.