O anúncio foi publicado após uma reunião entre o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, com os embaixadores do Líbano e de Israel nos EUA, Nada Hamadeh Moawad e Yechiel Leiter, respectivamente. Também participaram os embaixadores norte-americanos em Beirute e Jerusalém, Michel Issa e Mike Huckabee.
"A reunião foi um grande sucesso! Os Estados Unidos trabalharão com o Líbano para ajudá-lo a se proteger do Hezbollah. O cessar-fogo entre Israel e o Líbano será prorrogado por três semanas", escreveu.
Trump também afirmou que espera receber em breve o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun. Questionado por repórteres sobre a proibição legal de membros do governo libanês de dialogarem com governantes israelenses, Trump afirmou que esta lei precisa ser revisada.
Durante o anúncio formal, Trump minimizou qualquer relação destas tratativas com o Irã. "Será ótimo conseguir resolver isso simultaneamente com o que estamos fazendo no Irã."
Na quinta-feira (16), o primeiro cessar-fogo entre as partes foi anunciado. Anteriormente, Teerã afirmou que seu cessar-fogo com Washington também incluía o fim das hostilidades no Líbano, o que foi confirmado pelo governo do Paquistão, que mediou as tratativas.
No entanto, diversas violações por parte de Israel da trégua temporária foram notadas, o que levou o Hezbollah a revidar os ataques. Nesta quinta-feira (23), o movimento libanês teria lançado foguetes contra o norte de Israel, sua primeira violação voluntária do cessar-fogo.