Cidades que precisam de verbas para se adaptar aos efeitos cada vez maiores dos eventos extremos, por não terem dinheiro em caixa, não conseguem contrair empréstimos para obras de adaptação a esses eventos. Os estados em situação mais crítica são: Acre, com 77% dos municípios, enfrentando vulnerabilidade climática e fiscal; Maranhão, com 75%; Amapá, com 69%; Goiás, com 65%; e Tocantins, com 60%. Paraíba, Alagoas e Piauí, todos na região Nordeste, também aparecem com percentuais acima de 50%. Para discutir os impactos da vulnerabilidade fiscal e climática nos municípios brasileiros, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Adriana Pinheiro, assessora de incidência política e orçamento público do Observatório do Clima; e Carlos Eduardo Young, economista do Instituto Eco. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.