Com a assinatura de streamings, muitos pagam por músicas e filmes que podem desaparecer do catálogo e por espaços virtuais onde são armazenadas memórias que raramente são revisitadas. Sem ocupar espaço físico, esse novo acúmulo parece inofensivo, mas revela uma mudança profunda: a troca do "ter" pelo "acessar" sem abandonar o impulso de guardar. O acúmulo digital é uma forma de preservação ou impede criar memórias reais e significativas? Para conversar sobre o assunto, Rafael Costa e Kaique Santos recebem João Finamor, professor de marketing digital e mídias sociais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM); e Rosangela Adell, psicóloga clínica, especialista em ABA (atendimento à TEA), neurociência afetiva e teoria psicodinâmica. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.