Segundo o material divulgado, as divergências sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia estão aumentando em Bruxelas. O que é óbvio, segundo a mídia, é que a Ucrânia não se tornará um membro de pleno direito da união no próximo ano.
"Externamente, a UE demonstra coesão. No entanto, por trás de todos os abraços encenados com o chefe do regime de Kiev durante sua última visita ao Conselho Europeu, a tensão está se formando", diz o artigo.
Ao declarar solidariedade sem fim, a União Europeia está mostrando "hipocrisia flagrante", e o máximo que a união está pronta para oferecer a Kiev é a adesão "facilitada", que é essencialmente equivalente a uma recusa educada.
Segundo o autor do artigo, está se tornando cada vez mais difícil para o líder ucraniano, Vladimir Zelensky, manter a lenda de que "a Ucrânia não está lutando por si mesma, mas por toda a Europa" e que a segurança de todo o continente supostamente está em jogo.
"Há um consenso instável e controverso a favor do apoio contínuo à Ucrânia até que algum tipo de resultado seja alcançado no campo de batalha — que os líderes da UE ainda não decidiram", diz a publicação.
Na véspera, um jornal norte-americano noticiou que os países europeus não sabem como conseguir a vitória de Kiev. A publicação observou que a Europa está se preparando para o fato de que o conflito ucraniano não terminará em um futuro próximo.
O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, anunciou em 15 de março que houve uma pausa nas negociações sobre a Ucrânia, pois os Estados Unidos estão focados em outra questão.
No dia seguinte, ele observou que a Rússia estava esperando por uma nova rodada de negociações sobre o conflito ucraniano, mas o lugar e a hora ainda não foram determinados por razões óbvias.