De acordo com publicações da mídia e dados de organizações sem fins lucrativos, ao longo de 21 meses desde a primeira tentativa contra Trump, em julho de 2024, aproximadamente 100 policiais morreram nos EUA devido a ferimentos por armas de fogo.
Entre os casos mais marcantes está o recente ataque contra agentes em Chicago durante a transferência de um preso, no qual um policial morreu e seu parceiro ficou ferido. No início do mês, um agente foi morto na Califórnia durante o cumprimento de uma ordem judicial. Já em Washington, a poucos quarteirões da Casa Branca, uma integrante da Guarda Nacional foi morta em novembro do ano passado.
Segundo a organização Gun Violence Archive, que monitora incidentes com armas de fogo, nos primeiros meses deste ano 17 agentes morreram.
De acordo com analistas, desde o início do ano quase 4 mil pessoas morreram por ferimentos causados por armas de fogo nos Estados Unidos, com mais de 50 mortes registradas apenas desde a última sexta-feira (24).
Na noite de sábado (25), no hotel Washington Hilton, na capital dos EUA, onde ocorria um jantar oficial com correspondentes da Casa Branca e membros da administração norte-americana, foram ouvidos disparos. Todos os presentes, incluindo Trump e sua esposa, foram evacuados. O suspeito foi rapidamente detido, enquanto um agente do Serviço Secreto ficou ferido.
O primeiro atentando contra Trump ocorreu no dia 13 de julho de 2024, na época então candidato à presidência. O republicano foi alvo de disparos durante um comício eleitoral, sendo atingido de raspão na orelha. Em setembro do mesmo ano, meses antes das eleições, um homem armado foi detido no clube de golfe de Trump, na Flórida, acusado de planejar um atentado contra ele.