Panorama internacional

Irã rejeita a ordem neocolonial dos EUA, diz analista à Sputnik

Segundo analista, o Irã enfatiza a independência e se opõe à dominação estrangeira, o que faz do país uma força de oposição à ordem regional idealizada pelos EUA.
Sputnik
Os EUA buscam manter seu domínio regional por meio de uma rede de alianças de segurança, presença militar e influência econômica, enquanto o Irã busca se distanciar dessa estrutura. É o que afirmou o cientista político iraniano Vahid Hosseinzadeh, em entrevista à Sputnik.
"Um dos momentos mais importantes no confronto entre os EUA e o Irã foi o golpe de 1953, quando a CIA colaborou com o MI6 britânico para derrubar o governo do primeiro-ministro iraniano Mohammad Mossadegh", destaca o especialista.
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O golpe, embora permaneça um exemplo de interferência estrangeira, também lançou as bases para a formação da desconfiança do Irã em relação à política dos EUA.
Segundo Hosseinzadeh, após a Revolução Iraniana de 1979, essa desconfiança se intensificou devido às mudanças na política externa do Irã.
"A República Islâmica, enfatizando a independência e rejeitando a dominação estrangeira, definiu-se em oposição à ordem regional idealizada pelos EUA, o neocolonialismo", conclui Hosseinzadeh.
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