Operação militar especial russa

Ao exigir armas nucleares, Zelensky provoca conflito nuclear sob aplausos do Ocidente, diz Zakharova

O atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, está criando as condições para um conflito nuclear e sabotando as iniciativas de paz, afirmou na quarta-feira (29) a representante oficial Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
Sputnik
A diplomata destacou as palavras de Zelensky, que anteriormente havia afirmado que a Ucrânia precisava tanto da adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) quanto de armas nucleares como garantias de segurança.

"De fato, ele continua provocando um conflito nuclear com declarações como essa. Além disso, a Europa Ocidental corre o risco de se tornar a primeira vítima dessa chantagem. É óbvio que Zelensky não quer a paz. Ele deseja prolongar as hostilidades por tempo indeterminado e está disposto a entrar em uma escalada perigosa do conflito", ressaltou.

Segundo ela, sob os aplausos e com o apoio dos patrocinadores ocidentais, Kiev utiliza a questão das armas nucleares como meio de chantagem.
A oficial lembrou que os combatentes das Forças Armadas da Ucrânia, que invadiram a região de Kursk em veículos da OTAN e com armamento de fabricação ocidental, planejavam tomar e minar a usina nuclear de Kursk.

"E o que lhes importa? Afinal, todos os dias, sob aplausos e, às vezes, com o apoio de seus patrocinadores da OTAN, eles usam o tema das armas ou da energia nuclear como forma de chantagem", sublinhou.

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Além disso, a representante oficial apontou que a prorrogação do estado de guerra e a continuação da mobilização forçada na Ucrânia também mostram que Zelensky não deseja a paz.
A diplomata salientou que é evidente que Zelensky não quer a paz, pois deseja prolongar indefinidamente as ações de combate, mesmo que isso resulte em uma escalada perigosa do conflito.
Dessa forma, Zakharova concluiu que, como parte dessa estratégia, Zelensky renovou o estado de sítio na Ucrânia até 2 de agosto e promoveu uma mobilização forçada que, na prática, se tornou o funeral do povo ucraniano.
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