No Brasil, a recuperação da espécie chama atenção: ações de conservação ampliaram a população de cerca de 2.500 indivíduos, no início dos anos 2000, para aproximadamente 35 mil. O avanço reforça a conservação marinha como peça estratégica na agenda climática. Se as baleias ajudam a regular o clima e ainda geram valor econômico, por que essa pauta ainda não está no centro das políticas globais? Como equilibrar a exploração econômica dos oceanos com a preservação de espécies que também geram valor ambiental e financeiro? Para debater esse cenário, recebemos Eduardo Camargo, diretor do Instituto Baleia Jubarte; e Liliane Lodi, coordenadora da equipe de cetáceos no Projeto Ilhas do Rio. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.