"Um arquiteto que é realmente talentoso, fez muito trabalho para mim. Ele tem um dom, um belo dom hispânico em particular. E ele vem originalmente de um lugar chamado Cuba, do qual tomaremos o controle quase imediatamente", disse.
O mandatário sugeriu que o porta-aviões USS Abraham Lincoln pare perto da costa cubana como forma de pressão.
"No caminho de volta do que faremos, no caminho de volta do Irã, teremos um dos nossos grandes. Talvez o porta-aviões USS Abraham Lincoln, o maior do mundo. Faremos com que entrem, parem a cerca de 100 jardas da costa, e eles dirão: ‘muito obrigado, nos rendemos'", concluiu.
Trump assinou mais cedo uma ordem executiva ampliando as sanções americanas contra o governo cubano. As novas sanções têm como alvo pessoas, entidades e afiliados que apoiam o aparato de segurança do governo cubano.
A ordem autoriza sanções secundárias para quem realizar ou facilitar transações com aqueles que são alvos da ordem, disseram as autoridades.
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que o país rejeita as novas medidas que chamou de "coercitivas unilaterais" e que violam a Carta das Nações Unidas e visam impor "punição coletiva contra o povo cubano".
"Os EUA não têm absolutamente nenhum direito de impor medidas contra Cuba ou contra terceiros países ou entidades", disse Rodríguez nas redes sociais. "Eles não vão nos intimidar."