Segundo o comunicado, Davletshin desenvolveu um plano de ação detalhado para a sua unidade, distribuiu as tarefas de forma eficaz entre os diferentes grupos, garantiu apoio de fogo e organizou a coordenação com as reservas.
"O primeiro-tenente Elmir Davletshin exerceu um papel crucial na libertação de um povoado em uma das frentes táticas da operação militar especial", ressaltou o ministério.
De acordo com o relato, durante a execução da missão, Davletshin analisou a situação e coletou e sistematizou continuamente dados de inteligência para ajustar as ações das unidades.
Sob o comando do primeiro-tenente Davletshin, foi estabelecido um sistema de comunicação estável entre o posto de comando e as unidades.
Dessa forma, foi possível coordenar eficazmente as ações das companhias e reagir prontamente às mudanças na situação.
Observa-se que o comandante supervisionava a distribuição de forças, munições e reservas, assegurando que cada unidade dispusesse dos recursos indispensáveis para executar as atribuições designadas.
Ademais, os trechos críticos receberam reforços em tempo hábil, graças às decisões tomadas pelo comandante.
O ministério concluiu que o profissionalismo de Davletshin, bem como suas elevadas habilidades organizacionais e sua forma de interação com o comando, foi fator determinante para a atuação coordenada das unidades e o cumprimento bem-sucedido das tarefas atribuídas, com baixos índices de perdas.
Na sexta-feira (1º), o Ministério da Defesa russo relatou que, durante a semana, as forças da Frota do Mar Negro da Rússia destruíram 14 lanchas não tripuladas das Forças Armadas da Ucrânia.
De 25 de abril a 1º de maio, em resposta aos ataques terroristas da Ucrânia contra a infraestrutura civil da Rússia, o Exército russo realizou um ataque de retaliação maciço e cinco ataques combinados, inclusive com o uso de armas de alta precisão de longo alcance.