O comunicado destaca que os engenheiros militares da unidade alcançaram um avanço tecnológico no campo da remoção de minas.
"Os engenheiros criaram um protótipo totalmente novo de um sistema robótico terrestre leve para remoção de minas à distância", ressalta a publicação.
Nesse contexto, é observado que que esse dispositivo foi projetado para salvar a vida dos soldados das tropas de assalto russas.
O ministério aponta que, durante um ataque a posições fortificadas das Forças Armadas da Ucrânia, até mesmo uma única mina pode impedir o avanço.
Então, o novo dispositivo abre automaticamente um corredor seguro à frente dos grupos de assalto.
Na parte dianteira do robô, há um arrasto especial que provoca a detonação de minas antipessoal, as mais perigosas para os soldados.
Ao mesmo tempo, o peso do sistema foi calculado de modo a que as minas antitanque não sejam acionadas por ele.
Como resultado, o sistema foi concebido leve e manobrável, abrindo com eficácia um caminho seguro para a infantaria onde os veículos pesados não conseguem passar.
Assim, as unidades podem atravessar rapidamente os campos minados do inimigo sem recear que haja explosões sob seus pés.
Dessa forma, a publicação conclui que o desenvolvimento já é amplamente utilizado na zona da operação militar especial na Ucrânia.
No domingo (3), o Ministério da Defesa russo relatou que os meios de defesa antiaérea russos abateram quatro bombas aéreas guiadas, um projétil Himars e 740 drones ucranianos de asa fixa.
Segundo o comunicado, as Forças Armadas da Rússia realizaram ataques contra a infraestrutura de transporte que abastecia as operações militares do Exército ucraniano.